Comentários, página 266 | Acervo da Revista Bula
revista bula
  • Antônio Pedro , não se ampifica a voz dos idiotas. Já são marcados pela natureza.

    13 anos atrás por Mário
  • Cara Luiza, agradeço a sua leitura e comentário. Não sou jornalista. Sou escritor. Tiau.

    13 anos atrás por EBERTH VENCIO
  • Outras fontes:
    1) Texto de Vera Foulain Figueiredo: http://members.tripod.com/~lfilipe/Vera.html
    2) Discurso Histórico e Narrativa Literária (ed Unicamp).
    3) Sobre Dos Passos, tem um ensaio brilhante de Sartre no livro Situações (ed Cosac&Naify).

    13 anos atrás por enio
  • Mario,
    Fontes para o material sobre história e ficção:
    1) Poéticas do pós-modernismo (editora Imago), de Linda Huntcheon.
    2) "Nostalgia do presente", de Fredric Jameson, no livro Pós-modernismo ou a lógica cultural do capitalismo tardio (editora Ática).
    3) Posfácio de Terra Ignota (ed Civilização Brasileira), de Luiz Costa Lima.
    4) O último livro de Luiz Costa Lima que saiu pelo Cia das Letras: "História, ficção e literatura".
    5) O debate entre Fredric Jameson e Perry Anderson: www.scielo.br/pdf/nec/n77/a10n77.pdf e www.scielo.br/pdf/nec/n77/a09n77.pdf.
    6) Hayden White: Metahistória e Trópicos do discurso, que saíram pela Edusp.
    7) "A nação do filme" (ed UnB), de Robert Burg, que trata da relação entre história e filmes de Hollywood.
    8) O fio e os rastros, de Carlo Ginzburg.

    13 anos atrás por enio
  • caro jornalista Eberth Vencio, me vi no seu texto. Parabéns.

    13 anos atrás por Luiza
  • Mr. Enio, vi num comentário abaixo: "No meu trabalho, fiz um levantamento da relação história/ficção," etc. Estou tentando fazer uma coisa similar, com a trilogia U.S.A., do Dos Passos. Podes me (ou melhor, como o espaço é público, NOS) dar uma idéia do material "teórico" utilizado nesse seu trabalho?

    13 anos atrás por Mário Zeidler Filho
  • Antonio Pedro Cunha, não há como negar. Esse site é uma grande panela, daquelas que o senhor William adora de criticar. Cujo objetivo parece ser um elogiar ao outro. Quanto ao Fayad, o senhor não é bobo, até pela rapidez no gatilho, deve conhecê-lo bem. E sabe o que estou falando.

    13 anos atrás por Fernanda Fernanda
  • Fernanda, ou sei lá o que o diga, é deveras deprimente a senhora ou senhor, não importa mais o sexo, quando a alma é vil o corpo se nos apresenta com tal, use do seu discursozinho para querer ofender o Carlos e o Fayad. Veja bem, a Revista Bula, menos que muitos não entendam, é um espaço de idéias nobres, de literatura e jornalismo cultural, portanto, dom, dona, sr, sra, proponho que vá ler, estudar um pouco e, quem sabe, você possa contribuir conosco mostrando a sua cara, digo, seu texto.

    13 anos atrás por Antônio Pedro Cunha
  • Poucos lugares conseguem reunira tanta gente "boa" no mesmo lugar. Marcos Fayad e Carlos William, juntos, eu falei que ia dar merda.

    13 anos atrás por Fernanda Fernanda
  • Não exietem mais entrevistas na bula?

    13 anos atrás por Marcio
  • Quem é o sujeito da foto acima?

    13 anos atrás por Marcio
  • Ok, tudo bem. Mas deixei registrado em ata meu protesto.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Outro detalhe: quando ele envia informações aos agregadores, não envia apenas o texto mais lido, mas todos.


    13 anos atrás por cwl
  • Flávio existe uma certa complexidade nesta operação. A Nova Bula foi desenvolvida em Ájax (base da web 2) esse sisteminha de mais lidos-- atualiza o nosso feed -- a cada 20 minutos, e envia essas informações aos milhares de agregadores que existem. Tirar significa, diminuir o alcance.

    13 anos atrás por cwl
  • Pelo mesmo motivo.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Vou bancar o chato. Assim como fui contra expor o número de visitas por colaborador na velha Bula, sou contra o tal do "cinco mais lidos" na nova Bula.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • O caso do menino gênio goiano que pretende aposentar-se como juiz aos 15 anos,para dedicar-se a outra carreira demonstra a banalização do ensino, a comercialização das profissões. O caso é revelador da estreiteza de visão dos pais, alegremente extasiados com uma vitória de Pirro, inserida na ética da esperteza. Chegar mais cedo ao pódium, ser vencedor vencido que não sabe o que fazer com a vitória. Eis o que se ensina nas universidades e na sociedade. Daí o neocinismo de que tanto padecemos...

    13 anos atrás por Brasigois Felicio
  • Não perceberam ainda que também viraram piada.





    13 anos atrás por Paulo Alves
  • Chico Perna, os familiares desse garoto são tão ridículos quanto a Universidade. Estão iludidos com os 15 minutos de fama.





    13 anos atrás por Paulo Alves
  • Reação da Ordem

    A OAB faz campanha há tempos contra faculdades particulares. Em Goiás, não é diferente. Para a OAB goiana, a aprovação de uma criança de oito anos no vestibular de Direito é preocupante. Segundo presidente da seccional, Miguel Cansado, o fato só comprova o que a OAB vem alertando acerca da baixa qualidade e da "mercantilização" do ensino jurídico. "O referido fato, por si só, caso seja comprovado, merece que a instituição de ensino sofra imediata intervenção do MEC para que se verifique se casos semelhantes ocorrem com freqüência e em que circunstância o episódio ocorreu", afirmou.



    13 anos atrás por Paulo Alves
  • Flávio você tem razão. Goiás é o maior exportador de putas para Europa. O mais preocupante é que isso é uma informação antiga -- as autoridades sabem disso desde os anos 90.

    13 anos atrás por Geni Sabino
  • INTERNET CRESCE DE 13% PARA 24% NAS ELEIÇÕES PRIMÁRIAS NOS EUA!

    Segundo um estudo da Pew Research Center for the People & The Press e
    Pew Internet & American Life Project, 24% dos americanos disse que a
    Internet é a principal fonte de notícias para esta campanha. Em 2004, no
    mesmo estudo, apenas 13% o afirmaram. Esta investigação concluiu ainda
    que a Internet é o principal espaço para os jovens entre os 18 e os 20
    anos. Nesta faixa etária, 42% dos inquiridos atestaram que utilizam
    regularmente a Internet para se informarem sobre os candidatos e as
    incidências da campanha. Em 2004, este número apenas atingia os 20%.

    13 anos atrás por Antonio
  • Ah, bom.

    13 anos atrás por Edival
  • Edival,
    A conclusão de que o romance histórico é retrógrado é minha, a partir do material que desenvolvi numa dissertação de mestrado em 2005. Não é do Berardinelli, que no livro "Não incentivem o romance" (2007) trata do conservadorismo e fraqueza de narrativas históricas como as de Umberto Eco. Há inúmeros trabalhos que falam do tom retrógrado do romance histórico. No meu trabalho, fiz um levantamento da relação história/ficção, a produção brasileira nesse subgênero, o culto pelo passado no pós-modernismo. Daí posso afirmar que o chamado "romance histórico" é realmente retrógrado. E foi nessa vala comum em que Vargas Llosa caiu, coincidentemente quando ele despenca para o neoliberalismo vulgar.

    13 anos atrás por enio
  • Ênio, já li alguma coisa do Beradinelli, não muito. Inclusive a opinião sobre a desejada distinção entre "verdadeira crítica" e a "crítica histórica" do meio universitário. Se não for amolar demais, favor informar, em qual obra ele afirma que "é o romance histórico um dos modismos mais retrógrados das últimas décadas". Grato.

    13 anos atrás por Edival
  • Caro Carlos Augusto, "A festa do bode" é um livro da larga tradição de "romances de ditadores" de 1975. Surgiu, portanto, com uns 20 anos de atraso, pelo menos. Nos últimos anos, Vargas Llosa virou autor "best-seller" no sentido pejorativo do termo. Seus livros mais admirados são aqueles dos anos 1960 e começo dos 1970. O italiano Alfonso Beradinelli discute muito bem o fenômeno de best sellers da linha de "A festa...", que é um romance histórico, um dos modismos mais retrógrados das últimas décadas. Os críticos mais apimentados dizem que Vargas Llosa produz hoje um "realismo neoliberal", numa alusão jocosa ao "realismo socialista". Enfim, nada como "A cidade e os cachorros" e "Conversas na Catedral".

    13 anos atrás por Enio
  • Caro Carlos Augusto,
    "A festa do bode" é um livro da larga tradição de "romances de ditadores" de 1975. Surgiu, portanto, com uns 20 anos de atraso, pelo menos. Nos últimos anos, Vargas Llosa virou autor "best-seller" no sentido pejorativo do termo. Seus livros mais admirados são aqueles dos anos 1960 e começo dos 1970. O italiano Alfonso Beradinelli discute muito bem o fenômeno de best sellers da linha de "A festa...", que é um romance histórico, um dos modismos mais retrógrados das últimas décadas. Os críticos mais apimentados dizem que Vargas Llosa produz hoje um "realismo neoliberal", numa alusão jocosa ao "realismo socialista". Enfim, nada como "A cidade e os cachorros" e "Conversas na Catedral".

    13 anos atrás por enio
  • Valeu Pedro.

    13 anos atrás por cwl
  • Carlos Willian, meu caro, belíssima edição.

    13 anos atrás por Pedro Augusto Schuart
  • Flávio, são 10:34 e seu texto não chegou por aqui.

    13 anos atrás por cwl
  • Para o Harold Bloom o Cormac é o grande romancista norte-americano vivo. Considera também a obra-prima Meridiano Sangrento o melhor romance das últimas décadas. Esse, e a trilogia da fronteira (Todos os Belos Cavalos, A Travessia e Cidades da Planície) são excelentes. Ele consegue retomar a grande tradição (Faulkner e Hemingway) e criar uma obra de grande força poética. Infelizmente não é tão divulgado por aqui.

    13 anos atrás por Alisson Garcia
  • Irmãos Coen, que babação é essa.Se esqueceram de matadores de velhinhas!
    Também é deles.

    13 anos atrás por bruno
  • Tem dó gente. Vamos falar de algo interessante. Esse papo se o filme é bom ou ruim já cansou. Quem gostou, gostou. Quem não gostou, tem o direito de não gostar.

    13 anos atrás por Marcela
  • Realmente o Javier Bardem lembra o Chuck Norris. Não apenas fisicamente, mas também na interpretação.

    13 anos atrás por Pedro
  • Tem razão sobre Isabel Allende e seus livros de amor romântico, mas discordo do que afirmou sobre Vargas LIosa. Por acaso já leu A Festa do Bode?

    13 anos atrás por Carlos Augusto
  • Onde os fracos não têm vez é um filme para cinéfilos, gente que gosta de cinema. O público médio deve assistir blockbusters.

    13 anos atrás por Wesley Primo
  • Caros senhores, parabéns pelo site!

    13 anos atrás por Denise Braga
  • Piadinha:

    Numa ensolarada manhã, em Madrid, um turista comenta:

    - Que manhã bonita!

    O espanhol que passava a seu lado comenta:

    - Gracias, nosotros hacemos lo que podemos hacer de mejor.

    13 anos atrás por Yuri
  • Não. Nem Juno.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Eu percebi. Viu Baixio das Bestas?

    13 anos atrás por cwl
  • Estou contaminado pela Amy Winehouse. Deu pra perceber, né? (My bad, my bad...)

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Vocês estão todos brincando. O Bardem lembra o Chuck Norris.

    13 anos atrás por Alice Cristina Coriolano
  • Esse Enio aí, é aluno do Curso de Audiovisual da UEG. Acabei de encontrá-lo e ele está bravo com você.

    13 anos atrás por cwl
  • Não? My bad.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Uma sugestão. Quem quiser ver Tommy Lee Jones em seu melhor momento, procure o "Três enterros de Melquíades Estrada". E quem quiser ver Bardem em seu melhor momento, siga o Eberth e vá ver "Mar adentro" (mas antes veja "Jamón, jamón", que você vai tomar um susto com a versatilidade de Bardem). Mas não assista, em hipótese alguma, "Amor nos tempos do cólera", em que Bardem está patético, mais patético do que a adaptação do livro.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Flávio o Enio aí de baixo. Não é o Enio Vieira.

    13 anos atrás por cwl
  • Carlos acho que o Flávio disse ao contrário. Minimamente já está separado. Ele ta dizendo: fazer um rodízio entre os autores -- todos se movem. O cara que está no laranja, na próxima semana vai para outro espaço. Evitando assim, a necessidade de classificação dos textos.



    13 anos atrás por cwl
  • Ênio, recebi seu e-mail com os textos aprovando o filme. Desculpe não ter respondido, mas é que eu discordo tanto deles, mas tanto, tanto, que me deu preguiça de responder de forma decente, daí não respondi de forma alguma. Mas pra não dizer que não aceito o contraditório (termo da moda), vai colado aqui o link de um deles, fornecido por vc:
    http://diariogauche.blogspot.com/2008/02/comentrio-ao-filme-onde-os-fracos-no-tm.html

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Bené meu bom e velho Bené. O problema de um ataque de Piolho é que sempre ficam as lêndeas.

    13 anos atrás por Tamanduá
  • CW, Flávio Paranhos tem razão! Use as cores para separar minimamente os gêneros: amarelo contos, roxo ensaios, laranja artigos, violeta crônicas... pode até usar legendas para ficar didático, embora nem sempre preciso. É pelo menos uma tentativa de classificação...

    13 anos atrás por jc_guima@yahoo.com.br
‹ Primeiro  < 262 263 264 265 266 267 > 
É permitida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia dos editores, desde que citada a fonte.
© Copyright 2020 — Revista Bula — Literatura e Jornalismo Cultural — seutexto@uol.com.br
wilder morais
renovatio