Comentários, página 264 | Acervo da Revista Bula
revista bula
  • Pqp!

    13 anos atrás por Anônimo
  • Auto-correção: Discernir, digo. Entendeu?

    13 anos atrás por Olavo Olivério
  • Senhorita Marcela, ninguém sai procurando "errinhos dos outros", é tudo uma questão de educação. Os erros se tornam visíveis para quem ler atentamente. É como, por exemplo, jogar lixo na rua,nas praças, tudo passa pela consciência do indivíduo, daí dicernir o certo do errado. Ninguém sai procurando lixo no chão, ele está ali porque alguém o deixou, portanto, cabe ao cidadão educado chamar a atenção do mal educado para um aprendizado de preservação. A partir daí, sem sombra de dúvidas, o faltoso não mais cometerá o delito. Entendeu?

    13 anos atrás por Olavo Olivério
  • Uma coisa é certa: atentar, sim, e sempre, para "errinhos" gramaticais dos outros (ainda mais de gente que escreve e publica), é um exercício proveitoso, de utilidade pública (inclusive para os autores dos erros, muitos dos quais certamente agradecem), além de nos colocar em alerta para os possíveis erros que nós próprios poderemos cometer. Aprender é para quem quer, ué. Mente aberta, sabedoria, receptividade, reflexão e personalidade para admitir suas humanas falhas ou limitações.

    13 anos atrás por Gramático enigmático
  • Ao contrário do que diz Fish, as Humanidades têm sim uma função no mundo moderno. Quem conhece o pensamento do norte-americano Fredric Jameson, sabe o quanto o capitalismo de hoje incopora os valores e a discussão cultural. Essa é uma das novidades da globalização. O conhecimento, a pesquisa acadêmica, tem que virar dinheiro. Acabou-se a era do intelectual público e desinteressado, que não servia para nada e não tinha um fim instrumental. Mas isso dá muito pano para manga.

    13 anos atrás por enio
  • O Programa Raízes entrevista o escritor e historiador Eurico Barbosa. Natural de Morrinhos, formado em Direito pela UFG, Ex-presidente da Academia Goiana de Letras. Ex-Presidente do Tribunal de Contas do Estado de Goiás e Ex-presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás.

    Apresentação: Doracino Naves
    Participação: Escritor Francisco Perna Filho (Chico Perna)
    Fonte TV - Canal 5
    Net - Canal 4
    Mais TV- canal 70
    http://www.gospelmais.com.br/tv/canal/fonte-tv
    Dia: 30 (Domingo)
    Horário: 09 horas da manhã




    13 anos atrás por PROGRAMA RAÍZES JORNALISMO CULTURAL
  • Lauro e Flávio, também achei pequeno o interesse pelo texto do Stanley Fish. Acho que foi um dos mais provocadores textos que já publicamos na Bula nesses quatro anos. Acho que as pessoas foram tomadas pelo espírito de semana santa e pela discussão idiota sobre os dez filmes de todos os tempos. Listas andam me cansando. As pessoas não debatem, elas se agridem.

    P.S. A melhor definição que vi sobre o texto do Stanley Fish. Foi a do Lauro: A milésima interpretação de Hamlet é tão "útil" à sociedade quanto foi a primeira e quanto será a milésima primeira.


    13 anos atrás por cwl
  • Concordo. E pra começar dando o exemplo (não do "sarrafo", mas de discutir conteúdo no lugar de discutir forma), achei o comentário ao texto do Fish (Bula passada) que o Lauro faz pertinente. Aliás, de passagem, me surpreendeu a aparente falta de curiosidade que o texto do Fish provocou nos leitores da Bula.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Finalmente alguém pensa como eu. Não existe nada pior do que ficar procurando errinhos nos textos dos outros. Isso é medíocre... E para medíocres.

    13 anos atrás por Marcela
  • Pqp! A turma da gramática não tem coisa mais importante a fazer na vida não, hein? Que tal descer o sarrafo nos textos da bula? Seria mais produtivo.

    13 anos atrás por Anônimo
  • Vai por mim Bruno, é melhor ser o vingador da gramática, do que o exterminador da gramática!

    13 anos atrás por irmão mais velho do Pedro
  • Baixou a Lúcia Vasconcelos no Pedro. O vingador da gramática.

    13 anos atrás por Bruno
  • Valeu Pedro. Vou prestar mais atenção.

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • Ronaldo Angelini, falando em educação, não fica bem colocar um sinal grave (crase) antes de palavra masculina, pricipalmente em se tratando de Deus. Preposição "a" + artigo definido feminino "a". O que também não deve ser feito antes de verbo: "só tenho "à". lembrar"

    13 anos atrás por Pedro Paulo
  • Oi Clara, oi Enio. Aqui, deitado na minha lona (só os derrotados verão à Deus...) só tenho à lembrar o seguinte: se até mulher é objeto de consumo desde tempos imemoriais (a primeira profissão do mundo, lembram...?), isto é, se pessoas vendem seus próprios corpos como objeto de consumo, porque a educação de massa não pode ser um "objeto de consumo" também? Nada do que é humano me surpreende....O mundo não se resumiu ao consumo. O mundo é consumo, desde que o mundo é, afinal, mundo. abr..

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • Bruno, você também PECOU, há aí uma adversativa "MAS" e não MAIS, com foi grafado. Talvez fosse melhor um certo silêncio. Que tal?

    13 anos atrás por Pedro Paulo
  • clara, não sei se percebeu mais foi o segundo da semana.

    13 anos atrás por Bruno
  • Clara, cuidado com as vírgulas! Da forma como foi escrito, quem sofreu nocaute foi você.

    13 anos atrás por Pedro Paulo
  • Valdivino Braz você acerta quando diz que a Ianelli trouxe luz à penumbra da poesia brasileira.

    "Já varri todos os mortos,
    Não há restos no chão.
    Um quarto branco, uma cadeira,
    O meu tempo é o presente,
    Não tenho do que me queixar.
    Está feito, celebrado.
    Janelas e portas abertas,
    Na mesa a fruta matutina,
    O lírio, o copo d'água.
    Uma casa agradável,
    Fosse isto uma casa."




    13 anos atrás por Daniel
  • Ronaldo Angelini, admita, o nocaute.

    13 anos atrás por clara
  • A questão que discuto não é de paladar de um indivíduo. Cada um vê o mundo da maneira que melhor interessa. Um enigma: a última coisa que o McDonalds vende é sanduíche. Esse mistério está no livro de Isleide Fontenelle, "O nome da marca" (editora Boitempo). O ponto que discuto é a redução do mundo ao "consumo", excluindo o universo do "trabalho". É transformar a "educação" em serviço, ao lado de produtos financeiros. Mas não vou me alongar porque não é função minha converter pessoas. Cada um acredita no que quiser, mesmo sem entender por que acredita.

    13 anos atrás por enio
  • Pois é Enio, eu adoro um MacDonalds...

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • Carlos, o Bonvicicino não é babaca. É um dos mais bem preparados intelectuais brasileiros. Embora, eu discorde dele, no que se refere ao Ferreira Gullar.

    13 anos atrás por cwl
  • Sempre achei esse Bonvicino um babaca. Mas desta vez ele tem razão.

    13 anos atrás por Carlos Augusto
  • Uma entrevista para encher os olhos.

    13 anos atrás por Maria de Fátima
  • R.Bonvicino tem carradas de razão quanto à excelência da poesia cabralina. Ela própria, com sua pouca visibilidade na pátria de chuteiras, ou dos canalhas ou medíocres triunfantes, comprova a lucidez dos versos do poeta, a vaticinar sobre a inutilidade de tudo o que se faça. No chão devoluto do inútil (ou do vazio absoluto) haverão de cair todas as palavras. Daí que, parodiando Cabral, garatujei: O fazer resulta em heroísmo inútil/tudo o que se faça ou omita/cai no vazio/em que tudo cala/depois que passa/.Tudo o que faça ou alvoroce o vate/cai no abismo do nada/em que tudo cai/depois que vaza./ Mesmo a leveza envia/sua sombra magra/ao espaço infinito/onde tudo é nada/ - ainda menos ficam/nossos flatos flácidos/de personas postiças.

    13 anos atrás por Brasigois Felicio

  • Ronaldo, isso é reiteirar a idéia de que a sociedade deve priorizar o consumidor e jogar para segundo plano (ou será o último plano?) o trabalhador. No passado, diríamos reificar, mas o marxismo caiu de moda. Nada de novo, estamos em casa. Seremos mais e mais "sujeitos monetários sem dinheiro", ou consumidores sem emprego. Se essa lógica toma conta da educação, "acabou-se o mundo", como diz a cantiga das crianças. No mais, bom apetite com a picanha cheia de hormônios do Friboi e os franguinhos anabolizados da Perdigão.

    13 anos atrás por enio

  • Enio, o problema é: quem realmente quer aprender, NÃO deve fazer graduação pela internet, nem em Harvard, nem em Quixeramobin. Então, eu sou a favor da "internacionalização" destes cursos pois em sua grande maioria eles apenas alunos vagabundos ou desinteressados que só querem o diploma. Isto é ótimo para os cursos presenciais, que então tendem a ficar sem estes alunos apáticos. Quer saber? A carne (e a comida) hoje é muito mais barata de que quando nós éramos crianças. Isto não é opinião. É fato. então, vivam os frigoríficos! Eu que não compro carne direto de produtor, com risco de pegar uma doença. Aliás, pouco me importa se a carne é do Paraguai, da Argentina ou da Fazenda do Caiado. Quero produto de boa qualidade e barato. abr.

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini

  • Ronaldo, na semana passada assisti a uma cena hilária. O deputado Ronaldo Caiado chegou à mesma conclusão de João pedro Stedile, mas com uns 30 anos de atraso. Caiado é mesmop um atrasado. Segundo Caiado, o pecuarista do Brasil está sendo esfolado pelos frigoríficos, estes sim os grandes jogadores da globalização na pecuária. Stedile sempre disse que quem manda e ganha dinheiro com agropecuária no Brasil são os tradings, e não os produtores. O problema é que Caiado não reconhece que ele e Stedile estão do mesmo lado do jogo. São ambos produtores e não os traders. Mas a última coisa que Caiado fará no mundo é se juntar a Stedile. Tornar a educação um serviço é colocar as escolas na lógica de uma trading, de um frigorífico. Se é ruim na economia, o que será na educação?

    13 anos atrás por enio
  • Oi Enio Vieira. Que tanto mal você vê no fato do governo brasileiro autorizar os cursos estrangeiros via internet? Se é pra cursar uma graduação via internet, não é melhor o aluno fazer com as universidades estrangeiras do que com as nacionais? Pelo menos ele aprende a escrever em inglês. Tem mais: a gente tem que ficar com pena daquele menino que passou no vestibular e os pais insistem em colocá-lo no curso. Coitado da criança: vai estudar naquele lugar... Será que o estatuto do menor não será acionado para protegê-lo? Ele vai acabar analfabeto e desperdiçar o talento que tem. É de lascar os sonhos dos pais dele, querer que ele vire juiz, só faltou desejar que agora ele passe no concurso do Banco do Brasil. Como diria um amigo meu: "tem gente que tem dinheiro, mas vive na miséria"...

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • R.Bonvicino tem carradas de razão quanto à excelência da poesia cabralina. Ela própria, com sua pouca visibilidade na pátria de chuteiras, ou dos canalhas ou medíocres triunfantes, comprova a lucidez dos versos do poeta, a vaticinar sobre a inutilidade de tudo o que se faça. No chão devoluto do inútil (ou do vazio absoluto) haverão de cair todas as palavras. Daí que, parodiando Cabral, garatujei: O fazer resulta em heroísmo inútil/tudo o que se faça ou omita/cai no vazio/em que tudo cala/depois que passa/.Tudo o que faça ou alvoroce o vate/cai no abismo do nada/em que tudo cai/depois que vaza./ Mesmo a leveza envia/sua sombra magra/ao espaço infinito/onde tudo é nada/ - ainda menos ficam/nossos flatos flácidos/de personas postiças.

    13 anos atrás por Brasigois Felicio
  • Bruno, leia a introdução que entenderá.
    Recebeu o e-mail?

    13 anos atrás por cwl
  • Essa entrevista já não foi publicada?

    13 anos atrás por Bruno Machado
  • Ronaldo, isso é reiteirar a idéia de que a sociedade deve priorizar o consumidor e jogar para segundo plano (ou será o último plano?) o trabalhador. No passado, diríamos reificar, mas o marxismo caiu de moda. Nada de novo, estamos em casa. Seremos mais e mais "sujeitos monetários sem dinheiro", ou consumidores sem emprego. Se essa lógica toma conta da educação, "acabou-se o mundo", como diz a cantiga das crianças. No mais, bom apetite com a picanha cheia de hormônios do Friboi e os franguinhos anabolizados da Perdigão.

    13 anos atrás por enio
  • Obrigado, poeta Chico Perna. Putas da minha vida está no livro Memorial do medo,lançado recentemente na coleção Prosa & Verso, da Sec. de Cult. e Editora UCG. Moacyr Scliar afirmou que este livro afirma minha maturidade como escritor. Será? Devagarinho vamos remando no barco dos signos...

    13 anos atrás por Brasigois Felicio
  • Marluce, poderia dar nomes aos bois?
    Digo, você está falando de quem?

    13 anos atrás por Bruno
  • Enio, o problema é: quem realmente quer aprender, NÃO deve fazer graduação pela internet, nem em Harvard, nem em Quixeramobin. Então, eu sou a favor da "internacionalização" destes cursos pois em sua grande maioria eles apenas alunos vagabundos ou desinteressados que só querem o diploma. Isto é ótimo para os cursos presenciais, que então tendem a ficar sem estes alunos apáticos. Quer saber? A carne (e a comida) hoje é muito mais barata de que quando nós éramos crianças. Isto não é opinião. É fato. então, vivam os frigoríficos! Eu que não compro carne direto de produtor, com risco de pegar uma doença. Aliás, pouco me importa se a carne é do Paraguai, da Argentina ou da Fazenda do Caiado. Quero produto de boa qualidade e barato. abr.

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • As vezes acho que vc é mais assistente social que eu, sabia????

    13 anos atrás por marlucemaria
  • Ronaldo, na semana passada assisti a uma cena hilária. O deputado Ronaldo Caiado chegou à mesma conclusão de João pedro Stedile, mas com uns 30 anos de atraso. Caiado é mesmop um atrasado. Segundo Caiado, o pecuarista do Brasil está sendo esfolado pelos frigoríficos, estes sim os grandes jogadores da globalização na pecuária. Stedile sempre disse que quem manda e ganha dinheiro com agropecuária no Brasil são os tradings, e não os produtores. O problema é que Caiado não reconhece que ele e Stedile estão do mesmo lado do jogo. São ambos produtores e não os traders. Mas a última coisa que Caiado fará no mundo é se juntar a Stedile. Tornar a educação um serviço é colocar as escolas na lógica de uma trading, de um frigorífico. Se é ruim na economia, o que será na educação?

    13 anos atrás por enio
  • Brasigóis, belo o seu texto! Parabéns!

    13 anos atrás por Chico Perna
  • Oi Enio Vieira. Que tanto mal você vê no fato do governo brasileiro autorizar os cursos estrangeiros via internet? Se é pra cursar uma graduação via internet, não é melhor o aluno fazer com as universidades estrangeiras do que com as nacionais? Pelo menos ele aprende a escrever em inglês. Tem mais: a gente tem que ficar com pena daquele menino que passou no vestibular e os pais insistem em colocá-lo no curso. Coitado da criança: vai estudar naquele lugar... Será que o estatuto do menor não será acionado para protegê-lo? Ele vai acabar analfabeto e desperdiçar o talento que tem. É de lascar os sonhos dos pais dele, querer que ele vire juiz, só faltou desejar que agora ele passe no concurso do Banco do Brasil. Como diria um amigo meu: "tem gente que tem dinheiro, mas vive na miséria"...

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • Finalizando, levada ao extremo a opinião de Fish, nem deveria haver ensino de filosofia ou humanidades em geral em países pobres como o Brasil. Realmente não há como justificar o financiamento dessa área em relação a outras muito mais "rentáveis". É justamente por propor um distanciamento entre as as diferentes áreas do saber, que Fish só consegue justificar a existência da área em que atua recorrendo a noção gasta de prazer.

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • Continuando, a minha total discordância é quando ele afirma que as Humanidades, o estudo ou ensino ou a prática disso, "não podem produzir efeitos concretos", e só podem ter
    sua existência justificada, "em relação ao prazer que dão àqueles que as apreciam." Ele está obviamente minimizando o impacto da Cultura na sociedade, e reduzindo tudo a uma questão hedonista. Para ficar num caso bem conhecido, lembremos que Hitler utilizou argumentos estéticos (de raça "pura") para propor varrer os judeus da Alemanha. Não só para o "bem", mas para o "mal",
    uma esfera influencia a outra. Essa pretensa autonomia dos saberes que ele pretende não existe.

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • Em um artigo chamado "Verdade e Toaletes: Pragmatismo e as Práticas da Vida", Fish diz que "pontos de vista filosóficos são independentes dos pontos de vista de uma pessoa (e logo de suas práticas) em qualquer outro domínio da vida diferente do domínio muito específico e refinado do fazer filosófico". O mesmo, segundo ele, se dá com o o estudo das Artes e Humanidade em geral. Não nos torna mais nobres ou pessoas melhores, mas mais habilitados a responder sobre esses campos específicos, quando solicitados. E Fish ainda afirma, num pensamento não muito distante de um "Ratinho": "A tese de que toaletes são mais essenciais à vida do que a filosofia me parece auto-evidente". No fundo ele tem razão,o estudo da arte e humanidades não salva a vida de ninguém, mas saneamento básico sim.

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • É Clara. Isso foi quase um nocaute.
    Peça licença e saia de fininho.

    13 anos atrás por Carlos Augusto
  • Então escreva coisa melhor aqui para nós, dona Clara. Mostre-nos o seu potencial. A melhor crítica é fazer coisa melhor do que o que outros já fizeram.

    13 anos atrás por Bruzundunga
  • Bla bla bla bla bla.

    13 anos atrás por Bruno
  • Para onde foram todos?

    13 anos atrás por Marcela
  • ... hilario, entrei aqui para ler coisas cultas, vindas de pessoas supostamentes cultas, mas ao ler os comentarios, minha nossa, me senti como se estivesse assistindo o programa do Carlos Massa.

    13 anos atrás por clara dawn
  • Na verdade, Lauro, embora caiba enxergar no texto do Fish (e no que sucedeu esse texto) um disparo contra as artes e humanidades em geral, o que ele enfoca mais é o financiamento dos departamentos universitários americanos que se encaixam na rubrica "Artes e Humanidades". Como justificar a quem decide para onde vai o dinheiro que uma nova (enésima) interpretação de Hamlet seja "útil". Principalmente se há um departamento concorrente, de engenharia, por exemplo, trabalhando na invenção de um chip novo que poderá render milhões em royalties à universidade. Claro, isso é bem americano, bem utilitarista.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
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