Comentários, página 263 | Acervo da Revista Bula
revista bula
  • Flávio, você acertou em cheio. Isso de encobrir crimes e malfeitos com pomposa retórica ideológica é um filme antigo. Já o vimos no realismo socialista da URSS, nos países da cortina de ferro, assim como em todas as ditaduras, de esquerda ou de direita. Todas se valem do pragmatismo neocínico de Goebells, para quem vale a pena repetir uma mentira até que ela se torne uma verdade, uma vez que as massas são cegas, e não têm consciência crítica. Intelectuais se fazem massa de manobra de aparelhamentos partidários, e dá nisso... um mar de corrupção como nunca se viu antes neste país...

    13 anos atrás por Brasigois Felicio
  • Lauro, se o engajamento de um intelectual for incluído na lista das "utilidades" (sempre com aspas) das humanidades, então elas estão perdidas. Em termos gerais, esquecendo o texto da professora Chauí, não considero esse um bom caminho de refutação ao Fish. Agora, no que diz respeito especificamente a ela e a tudo o que ela disser relacionado ao famoso "silêncio dos intelectuais", não consigo prestar atenção, depois do que li na Caros Amigos (atenção: Caros Amigos!, não é Veja nem Primeira Leitura!). Ela é filiada ao PT. Seu raciocínio é o raciocínio de alguém filiado a qualquer partido. Busca justificativas ao mal-feito, ao ilícito, etc, tudo em nome do partido. Eu, que não sou filiado a partido algum, não consigo dar desconto pra isso.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Enio, não desista. Explique a RAZÃO de você ter indicado o texto --- que está muito bem construído dentro dos moldes acadêmicos de uma historiadora da Filosofia, mas que é pobre em propor soluções e me parece muito mais vítima de um impasse da própria autora --- como "aprofundamento" do artigo de Fish. Não tome como provocação, mas como incentivo para que sua opinião seja ouvida.

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • Por falar no Daniel Piza, e como não tenho nada contra vender livros, principalmente se forem bons e não calhamaços vazios, leiam a resenha que ele faz nesse domingo do livro do crítico literário James Wood, How Fiction Works (Jonathan Cape)
    http://blog.estadao.com.br/blog/piza/?cat=95



    13 anos atrás por Lauro Marques
  • Correção de erro de digitação: Leia-se "para concluir que" e não "de que"

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • Ainda sobre o bode preto, veja que curioso. No texto em "questã", ela difere o intelectual do ideólogo. Abre Aspas: "Este (o ideólogo) fala a favor da ordem vigente, legitimando-a e justificando-a. Aquele (o intelectual) fala contra. Donde o problema dos intelectuais quando se engajam nos partidos de esquerda, isto é, partidos do contra (SIC), quando esses deslizam para a condição de partidos da ordem". Ela define-se então, depois de muito vai e vem, e jogando com a posição de Merleau Ponty X Sartre, como "intelectual engajada", para concluir citando Ponty, de que a solução não é a revolta mas a "virtu" sem qualquer resignação.

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • A discussão é sobre qual o papel e função do intelectual e das Humanidades no mundo moderno. Na imprensa cultural de hoje, por exemplo, a função é vender livro, CD e filmes. Só isso: a tirania do lançamento. Criam-se o novos pensadores. Por essa lógica, portanto, Daniel Piza é mais importante que Marilena Chauí, tem uma obra mais relevante e de maior contribuição.

    13 anos atrás por enio
  • Se o bode preto, o sete peles, é a professora Marilena Chauí, segue outro texto: "Nunca fomos tão engajados", de Roberto Schwarz, escrito em 1994.
    http://antivalor.atspace.com/outros/schwarz101.html

    13 anos atrás por enio
  • O que, convenhamos, é uma dó. Uma oportunidade de ouro jogada no ralo (tão mal-cheiroso quanto o do livro do Lourenço Mutarelli).

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Pois é, Brasil Goes. O povo não é polvo e não come lula. El pueblo no phoder.PT saudações.

    13 anos atrás por Braz
  • Flávio, você acertou em cheio. Isso de encobrir crimes e malfeitos com pomposa retórica ideológica é um filme antigo. Já o vimos no realismo socialista da URSS, nos países da cortina de ferro, assim como em todas as ditaduras, de esquerda ou de direita. Todas se valem do pragmatismo neocínico de Goebells, para quem vale a pena repetir uma mentira até que ela se torne uma verdade, uma vez que as massas são cegas, e não têm consciência crítica. Intelectuais se fazem massa de manobra de aparelhamentos partidários, e dá nisso... um mar de corrupção como nunca se viu antes neste país...

    13 anos atrás por Brasigois Felicio
  • Lauro, se o engajamento de um intelectual for incluído na lista das "utilidades" (sempre com aspas) das humanidades, então elas estão perdidas. Em termos gerais, esquecendo o texto da professora Chauí, não considero esse um bom caminho de refutação ao Fish. Agora, no que diz respeito especificamente a ela e a tudo o que ela disser relacionado ao famoso "silêncio dos intelectuais", não consigo prestar atenção, depois do que li na Caros Amigos (atenção: Caros Amigos!, não é Veja nem Primeira Leitura!). Ela é filiada ao PT. Seu raciocínio é o raciocínio de alguém filiado a qualquer partido. Busca justificativas ao mal-feito, ao ilícito, etc, tudo em nome do partido. Eu, que não sou filiado a partido algum, não consigo dar desconto pra isso.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Lauro parabéns pelo anivesário.

    13 anos atrás por cwl
  • Enio, não desista. Explique a RAZÃO de você ter indicado o texto --- que está muito bem construído dentro dos moldes acadêmicos de uma historiadora da Filosofia, mas que é pobre em propor soluções e me parece muito mais vítima de um impasse da própria autora --- como "aprofundamento" do artigo de Fish. Não tome como provocação, mas como incentivo para que sua opinião seja ouvida.

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • Mário, aguardamos o texto: editorial@revistabula.com

    13 anos atrás por cwl
  • Professora,
    o André está de férias. Voltará em breve.

    13 anos atrás por cwl
  • Ah, espero enviar amanhã o texto do Francis aos interessados. Mas não esperem muito.

    13 anos atrás por Mário Zeidler Filho
  • Eu ia dizendo aqui, sobre o comentário do Flávio, que talvez fosse melhor dizer engajamento iedeológico, mas, pensando bem, o problema aqui é mesmo partidário. Parece (pra dizer de forma cautelosa) que a política no brasil perdeu todo caráter ideológico para ser, unicamente, pragmática. Os problemas de "desvio de conduta" deixaram de ser éticos para ser "práticos", quase que simplesmente problema de marketing; e o papel da "inteligentsia" do partido deixa de ser pensá-lo em sua ideologia para ser o justificá-lo em suas ações. Pra mim isso tudo é muito bizarro, mas não posso dizer muito mais porque, como diria o Borges, sou praticamente um "anarquista da velha cepa". Essa política partidária brasileira (e principalmente os intelectuais a ela ligados) escapa ao meu confuso raciocínio.

    13 anos atrás por Mário Zeidler Filho
  • Cadê o André Gomes?
    Não tenho lido mais seus textos aqui na bula. Ele deixou de ser colunista da revista?

    13 anos atrás por Adriana Ferreira
  • Mais do que nunca, desisto.

    13 anos atrás por enio
  • De forma simplista, há tipos de engajamento intelectual. O apartidário e o partidário. O apartidário tem mais chance de manter a lucidez crítica do indivíduo. O partidário embota-lhe o raciocínio. Esse último é o caso da professora Chauí.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Desisto de sugerir leitura de Marilena Chauí. Não tem jeito.

    13 anos atrás por enio
  • Flávio Paranhos, você tem razão, ela se equivoca com bastante frequência.

    13 anos atrás por Juca
  • Considero o trecho colado abaixo uma peça clássica de alienação esquizofrênica. Considerar um soldado-raso culpado, e dar desconto pros sargentos, capitães e generais é, na melhor das hipóteses, sintoma grave de alienação. Na melhor das hipóteses. Na pior, é leviandade mesmo.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Caros Amigos - Nessa linha de refundação, o diretório nacional decidiu pela expulsão do Delíbio. Isso é um fato que contribuiu?
    Marilena Chauí - Sim, sem dúvida. Olha, fui a vida inteora contra expulsões. Desde o começo, com a Bete Mendes e o Airton Soares. É inaceitável a expulsão de um quadro partidário por causa das suas convicções polítioas, mas o caso do Delúbio é um caso de delinqüência. Mesmo que você diga que a iniciativa não é dele. O fato de ele considerar que vai "tudo bem, obrigado", e não avalie o que significou para a juventude petista a figura dele, faz com que você tenha de dizer: "Delúbio, você se enganou de partido. Você tem que sair desse".
    Revista Caros Amigos de novembro de 2005.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Parabéns pela belíssima entrevista publicada nesta edição.

    13 anos atrás por Nilto
  • Bom o texto da Chauí. Ainda não tinha lido, só sabia da polêmica sobre o silêncio dos intelectuais, que nessa palestra, aparentemente, ela acaba se manifestando contrariamente. Vou ler de novo. Engraçado é que a definição que ela (ou Merleau Ponty) faz de Sartre, como um intelectual engajado, caberia como uma luva para Paulo Francis.

    Bom final de semana para todos. CWL, como esse final de semana é meu aniversário, vou dar uma fugida de São Paulo e talvez não dê tempo de enviar um texto novo na segunda. Vou permanecer em silêncio até a semana que vem. Para o bem da humanidade. Abraços.

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • Claramente os participantes da Bula tem opiniões bastantes divergentes sobre os temas aqui debatidos. Diferenças abissais. O que me alegra é que apesar de tantas diferenças temos nos suportado razoavelmente.

    13 anos atrás por cwl
  • Esse fish é peixe bem escamoso, hem?, tem escamas pra muita água de discussão. Profícua, essa pesca vai longe. Prossigam...

    13 anos atrás por Mano El
  • Waaal, Enio, você tem razão, a frase do João Mattar "estudantes de Artes, Filosofia, Literatura e Humanas em geral podem se tornar administradores muito bons" é um pouco infeliz, ele está puxando brasa para a sardinha dele, que dá aula sobre isso. É um texto de um blog, não é acadêmico, serve mais para situar o assunto. Vou querer ler essa palestra da Chauí, intelectual engajada, também.

    13 anos atrás por Lauro Marques
  • Para enriquecer a discussão sobre o Fish, segue o link de uma palestra de Marilena Chauí http://www.ces.uc.pt/bss/documentos/intelectual_engajado.pdf. O texto trata da "função" do conhecimento e do intelectual nas sociedades contemporâneas. Como se trata de um trabalho de Marilena Chauí, peço apenas que os comentários da revista Bula não repitam as boçalidades de Reinaldo Azevedo e Olavo de Carvalho. Eles têm o costume e a desonestidade que os caracteriza de xingar e difamar a professora Chauí em qualquer oportunidade.

    13 anos atrás por enio
  • "Estudantes de Artes, Filosofia, Literatura e Humanas em geral podem se tornar administradores muito bons". Jesus, o mundo está virando um grande "Tropa de elite". Não é à toa que a "Falha de S. Paulo" saiu com aquela matéria do último domingo mostrando empresas que usam "Tropa de elite" para palestras motivacionais. Também lembra o inteligentérrimo do José Padilha, que diz ter usado a "teoria dos jogos" (!!!)para fazer seu filme. Bastava ter ouvido Nenê Prancha. Ou Otávio Frias Filho na última Piauí: a Sociologia resultou nos totalitarismos do século XX! Como disse Adorno, nunca foi tão estúpido ser inteligente. Paulo Francis? Pfui, como diria o próprio.

    13 anos atrás por enio
  • CW, que tal republicar o texto de Francis? Se não der, por favor repasse para mim. Flavio et alli. Achei um comentário que contextualiza e recoloca algumas questões sobre o texto de Fish, a exemplo do que fiz na edição atual desta Bula ("O toalete ou Hamlet"). No blog de João Mattar, graduado em Letras (USP) & Filosofia (PUC-SP)e doutor em literatura pela USP com pós-Doutorado na Stanford University (EUA): http://blog.joaomattar.com/2008/02/01/para-que-servem-as-ciencias-humanas/ Segundo ele, que também é formado em Administração,"a função das humanas não é nos salvar. Mas isso não significa que o estudo das humanas não produza nenhum efeito no mundo." e "Estudantes de Artes, Filosofia, Literatura e Humanas em geral podem se tornar administradores muito bons".

    13 anos atrás por lauro marques
  • CW, que tal para republicar o texto de Francis? Se não der, por favor repasse para mim. Flavio et alli. Achei um comentário que contextualiza e recoloca algumas questões sobre o texto de Fish, a exemplo do que fiz na edição atual desta Bula ("O toalete ou Hamlet"). No blog de João Mattar, graduado em Letras (USP) & Filosofia (PUC-SP)e doutor em literatura pela USP com pós-Doutorado em Stanford University (EUA):
    http://blog.joaomattar.com/2008/02/01/para-que-servem-as-ciencias-humanas/
    Segundo ele, que também é formado em Administração,"a função das humanas não é nos salvar. Mas isso não significa que o estudo das humanas não produza nenhum efeito no mundo." e "Estudantes de Artes, Filosofia, Literatura e Humanas em geral podem se tornar administradores muito bons".

    13 anos atrás por lauro marques
  • CW, grato por ter percebido meu cochilo de digitação e corrigido, aí no meu texto Almádena, o que estava como "sutilizas" (com "i") e deve ser "sutilezas" (com "e"). Quanto às "falhas nossas", refiro-me às gramaticais (às vezes gritantes), é e será sempre bom que a atenção e competência de outros nos alertem para elas. Costumo cochilar, amiúde, quando digito, e mesmo gramaticalmente; contudo, (veja só!) quando leio livros, me meto à besta, cisco que nem galo e vou marcando, sim, o que encontro, como se fizesse uma lição de casa. E não é pouco o que encontro, inclusive de certas "estrelas" da literatura ou em obras acadêmicas, de terceiro grau. E assim vamos apreendendo e aprendendo. Agora, se não quiserem dizer "Amém", podem dizer "Ah, neeeem!"

    13 anos atrás por Braz
  • Mário, claro. Estou aguardando o texto do Paulo Francis. Valeu.

    13 anos atrás por CWL
  • Pra jogar um pouco de pó na discussão do Fish, tem um texto do Paulo Francis no primeiro número da revista (da ed.) Civilização Brasileira (1965!), chamado "novo rumo para autores", passeando pelo negócio do financiamento estatal de produções artísticas (nesse caso o teatro, especificamente). Se me bater uma paciência mais larga posso digitalizar o tal e enviar a quem se interessar.

    13 anos atrás por Mário Zeidler Filho
  • Comento tudo isso num artigo (Pra que serve a literatura?) que deve sair no Rascunho de maio/2008.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • Ronaldo e Edival. A mim parece que vocês estão confundindo o não concordar com o que diz o texto com ser ele ruim. São 2 coisas diferentes. É exatamente essa discordância suscitada pela leitura que me parecia estar faltando, num site como a Bula, que reúne (entre colaboradores e leitores) pessoas ligadas às artes e humanidades. Alguém que tem o poder de decisão tirou dinheiro das humanidades para dar a outras áreas. E alguém do quilate de Stanley Fish concordou com isso, sustentado em argumentos espúrios. Mostra uma tendência? Talvez. Outra coisa: a analogia com estudos em matemática pura não serve. Da mesma forma que não serviria com estudos em física e biologia. São todas áreas de pesquisa básica que dão suporte às de pesquisa aplicada, tais como engenharia e medicina.

    13 anos atrás por Flávio Paranhos
  • "Muitos departamentos da ´Humanidades´ estão mais preocupados com a "poesia" de Mano Bown do que com a prosa do Lima Barreto". Isso é pura mistificação. É o mesmo que dizer que ecologista vive de abraçar árvore. Nos últimos anos, virou moda papagaiar Harold Bloom, que os brasileiros pegaram de orelhada. Lima Barreto também teve os seus dias de Mano Brown, renegado dos círculos dos inteligentes. Porém, Mano Brown não tem pretensão a nada, vezes nada, e paga o pato por virar as costas para a midia brasileira.

    13 anos atrás por enio
  • Para visualizar a Bula corretamente usem o internet explorer 7. É liberado para download. Ou baixem o FireFox.

    As fotos dos colunistas estão quadradas em alguns navegadores antigos.

    13 anos atrás por cwl
  • Fazendo coro com Angelini, eu também achei esse texto sobre Humanidades ruim sob qualquer aspecto. Por ele chega-se à conclusão bizarra de que morrer para receber o seguro de vida é mais negócio do que permanecer vivo e trabalhando. De certa forma, essa é uma noção estúpida que norteia a sociedade de consumo. Mas este já é um outro papo...

    13 anos atrás por Edival Lourenço
  • Desta forma, qual a novidade do texto da Bula? Juro que não entendi. Poesia não serve pra nada? Literatura não serve pra nada? Como diria o Maiakóvski, "se você acha que poesia é jogar as palavras à esmo, pegue a pena e faça você mesmo". Se Literatura e poesias são importantes pra espécie humana, ela deve ser objeto de pesquisa, avaliação cuidadosa e sistemática. O problema é que muitos departamentos da "Humanidades" estão mais preocupados com a "poesia" de Mano Bown do que com a prosa do Lima Barreto. Fico muito grato com quem corrige meus erros de gramática. É que um dia vou querer ser melhor do que sou hoje. abr.

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • Este texto sobre a "Humanidades", publicado na Bula passada, não é lá estas coisas...Tem muito "matemático puro", que trabalha com "matemática de verdade", cujo maior orgulho é trabalhar com algo que "nunca será útil pra nada". E tanto nos EUA, como no Brasil, o Estado paga pra estes caras continuarem a produzir papers inúteis, pois quem sabe daqui a 200 anos, aquele paper (muito à frente de seu tempo) torne-se útil (foi assim com a Curva Normal). A "Humanidades" tem que continuar sendo subsidiada em institutos de pesquisa, pois ela tem (ou deveria ter) um método para interpretar um fenômeno: a obra do artista, do escritor, do poeta. Eu, por exemplo, interpreto a dinâmica de populações de peixes (fenômeno da natureza), o prof. de literatura interpreta texto (fenômeno da natureza humana).

    13 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • Caro Olivério, você corrige, corrige e, também, termina errando. Vejamos:"Os erros se tornam visíveis para quem LER atentamente". VOCÊ USA O INFINITIVO INADEQUADAMENTE, quando na verdade deveria ter escrito assim: Os erros se tornam visíveis para quem LÊ atentamenter".

    13 anos atrás por Pedro Paulo
  • Não gosto (para as duas perguntas).

    13 anos atrás por Flávio Paranhos.
  • "Por último, como qualquer neanderthal está cansado de saber, vem o francês."

    Qual sua bronca com o cinema francês?

    13 anos atrás por João José
  • Flávio Paranhos, você gosta só do Abba ou dos Menudos também?

    13 anos atrás por João José
  • Aproveitando a discussão sobre "Humanidades" pergunto:
    para que serve Deus?

    13 anos atrás por Salomão
  • Um livro interessante, de um autor citado pelo enio, é A VIRADA CULTURAL, REFLEXOES SOBRE O POS-MODERNO, de Fredric Jameson. Este livro reúne alguns dos mais importantes artigos de Jameson sobre os Estudos Culturais.

    13 anos atrás por Mário
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