revista bula
POR EM 31/12/2012 ÀS 04:02 PM

As 10 fotografias brasileiras mais famosas de todos os tempos: a lista das listas

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Para se chegar ao resul­tado fiz uma compilação de exposições, reportagens, listas publicadas por sites especializados em fotografia, es­por­tes, cultura pop, política e história. O objetivo de minha pesquisa era identificar quais são as 10 fotografias brasileiras mais famosas de todos os tempos. Participaram do levantamento as publicações: “Uni­verso Online”, “Arquivo Pú­blico do Estado de São Paulo”, “Folha de S. Paulo”, “O Es­tado de S. Paulo”, revista “Placar” revista “Isto é”, revista “Veja”, “Jornal do Brasil”, “O Globo”, “World’s Famous Photos”, “Al Fotto”, “Images e Visions”.


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POR EM 16/12/2012 ÀS 07:43 PM

Os 10 livros literários mais vendidos da história

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Para se chegar ao resultado consultei reportagens, entidades editoriais, empresas de pesquisas de mercado e publicações especializadas em livros. O objetivo era identificar, baseado nessas informações, quais são os 10 livros literários mais vendidos no mundo em todos os tempos. Participaram do levantamento as publicações: “Global Times”, “Telegraph”, “New York Times”, “HowStuffWorks”, “Financial Times”; as entidades editoriais International Publishers Association (IPA), International Booksellers Federation (IBF) e International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA); e as empresas de auditagem e pesquisas de mercado Nielsen e a GfK. Embora não exista concordância sobre os números exatos do mercado de livros ao longo dos séculos, os levantamentos das publicações, instituições e empresas mencionadas, parecem ser o que mais se aproximam do consenso editorial.


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POR EM 09/12/2012 ÀS 04:18 PM

Os melhores finais de livros (2ª parte)

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Dando sequência a série de melhores finais, perguntei colaboradores, leitores e seguidores do Twitter e Facebook quais os melhores finais de livros, excetuando aqueles que apareceram no primeiro levantamento. Os livros relacionados na primeira parte foram: “Nada de Novo no Front”, de Erich Maria Remarque; “On The Road”, de Jack Kerouc; “À Espera dos Bárbaros”, de J. M. Coetzee; “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez; “1984”, de George Orwell; “Notas do Subsolo”, de Fiódor Dostoiévski; “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald; e “O Estrangeiro”, de Albert Camus. Cada participante poderia indicar até três finais, de autores brasileiros ou estrangeiros de todas as épocas. Abaixo, os trechos selecionados baseados no número de sugestões recebidas.


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POR EM 05/12/2012 ÀS 10:17 PM

20 romances em 140 caracteres

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Escritores, jornalistas, blogueiros foram convidados a escreverem um romance em até 140 caracteres, excetuando o título. Os romances estão em ordem alfabética por autor. Com a palavra os leitores


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POR EM 04/12/2012 ÀS 08:45 PM

Os 10 maiores poemas brasileiros de todos os tempos

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Pedimos a 50 convidados — escritores, críticos, professores, jornalistas — que escolhessem os poemas mais significativos de autores brasileiros em todos os tempos. Cada participante poderia indicar entre um e dez poemas. Nenhum autor poderia ser citado mais de uma vez. 40 poemas foram indicados, mas, destes, apenas 24 tiveram mais de três citações. São eles: “A Máquina do Mundo”, “Procura da Poesia”, “Áporo” e “Flor e a Náusea”, de Carlos Drummond de Andrade; “O Cão Sem Plumas”, “Tecendo a Manhã” e “Uma Faca Só Lâmina”, de João Cabral de Melo Neto; “Invenção de Orfeu”, de Jorge de Lima; “O Inferno de Wall Street”, de Sousândrade; “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga; “Cobra Norato”, de Raul Bopp; “O Romanceiro da Inconfidência”, de Cecília Meireles; “Vozes d'África”, de Castro Alves; “Vou-me Embora pra Pasárgada” e “O Cacto”, de Manuel Bandeira; “Poema Sujo” e “Uma Fotografia Aérea”, de Ferreira Gullar; “Via Láctea” e “De Volta do Baile”, de Olavo Bilac; “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias; “As Cismas do Destino” e “Versos Íntimos”, de Augusto dos Anjos; “As Pombas”, de Raimundo Correia; “Soneto da Fi­delidade”, de Vinícius de Moraes.


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POR EM 03/12/2012 ÀS 07:22 PM

Os 15 melhores poemas de Paulo Leminski

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Fotografia: Juvenal PereiraPedimos a 15 convidados — escritores, críticos, jornalistas — que escolhessem os poemas mais significativos de Paulo Leminski. Cada participante poderia indicar entre um e 15 poemas.

Escritor, crítico literário e tradutor, Paulo Leminski foi um dos mais expressivos poetas de sua geração. Influenciado pelos dos irmãos Augusto e Haroldo de Campos deixou uma obra vasta que, passados 25 anos de sua morte, continua exercendo forte influência nas novas gerações de poetas brasileiros. Seu livro “Metamorfose” foi o ganhador do Prêmio Jabuti de Poesia, em 1995. Entre suas traduções estão obras de James Joyce, John Fante, Samuel Beckett e Yukio Mishima. Na música teve poemas gravados por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Guilherme Arantes; e parcerias com Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik e Wally Salomão.

Paulo Leminski morreu no dia 7 de junho de 1989, em consequência de uma cirrose hepática que o acompanhou por vários anos.

Os poemas citados pelos participantes convidados fazem parte do livro “Melhores Poemas de Paulo Leminski”, organização de Fred Góes, editora Global. 


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POR EM 13/11/2012 ÀS 07:39 PM

A última entrevista de Manuel Bandeira

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Ninguém sabe explicar como aquele homem, castigado, tantos anos, pela doença, não amargou. Disse Mário de Andrade: “Eu fico espantado de como há certos homens no mundo! Tu, por exemplo. Essa sublime bondade inconsciente, bem no íntimo, de quem nem sabe que é bom”. Vou além. Acho que Manuel Bandeira nem tem plena consciência de sua imensa envergadura de gente e poeta. Acho que, talvez, os quatro anos que viveu em sua terra, Recife, é que explicam, mais que os males, o homem de hoje. Diante de mim está o gigante de nossa poesia: Manuel Bandeira, em seu modesto apartamento, atulhado de livros e calor humano, na Avenida Beira-Mar, no Rio. Do bem que lhe querem todos, da ternura que desperta em quem dele se aproxima, basta dizer que Mário de Andrade só o tratava de Manu ou Manuelucho; Rodrigo Melo Franco de Andrade lhe deu o nome de Manula; Madame Blank, sua amiga de almoço de todo o dia, o trata de Mané. Creio que nunca ninguém teve tanto apelido, tanta gente querendo chegá-lo à sua amizade. 


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POR EM 12/11/2012 ÀS 06:19 PM

Os melhores livros ficcionais de 2012

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Perguntamos a 20 convidados — escritores, jornalistas, professores — quais foram os melhores livros ficcionais publicados no Brasil em 2012. Os convidados poderiam escolher livros de autores brasileiros ou estrangeiros, publicados entre o meses de janeiro e outubro. “Os Ena­moramentos”, do escritor madrilenho Javier Marías foi o livro que obteve mais indicações, seguido por “Ar de Dylan”, do também espanhol Enrique Vila-Matas; e “A Borra do Café”, do uruguaio Mario Benedetti. Com­pletam a lista, “Serena”, do britânico Ian McEwan; “Chamadas Te­lefônicas”, do chileno Roberto Bolaño; “O Torreão”, da norte-americana Jennifer Egan. 


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POR EM 08/11/2012 ÀS 09:25 PM

10 sonetos inspiradores

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Dando sequência a série de poemas inspiradores, publico nesta edição uma seleção de 10 sonetos sugeridos por leitores. Embora o critério para a escolha tenha sido meramente pessoal e sem qualquer preocupação formal, os poemas selecionados contemplam períodos, movimentos e autores distintos, cobrindo um itinerário poético de cinco séculos. Seja pelos viés filosófico, pelo lirismo comedido ou acentuado, pelo grito de paz ou de protesto, pela crença ou pela descrença — os poemas selecionados conseguiram falar diretamente aos leitores. E bons ou ruins, trazem em comum o fato de tê-los inspirado.

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POR EM 06/11/2012 ÀS 11:52 PM

Os melhores começos de livros (2ª parte)

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Dando sequência a série de melhores começos de livros, perguntei colaboradores, leitores e seguidores do Twitter e Facebook, quais eram os melhores inícios de livros, excetuando aqueles que apareceram no primeiro levantamento. Os livros relacionados na primeira parte foram: “Notas do Subsolo”, de Dostoiévski; “O Complexo de Portnoy”, de Philip Roth; “O Apanhador no Campo de Centeio”, de J.D. Salinger; “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa; “A Metamorfose”, de Franz Kafka; “Anna Kariênina”, de Liev Tolstói; “O Ventre”, de Carlos Heitor Cony; “O Amanuense Belmiro”, de Cyro dos Anjos; e “Cem Anos de Solidão”, Gabriel García Márquez. Cada participante poderia indicar até três começos inesquecíveis, de autores brasileiros ou estrangeiros de todas as épocas. 


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