Os 10 melhores finais de livros
Dando sequência à série de melhores trechos de livros, inverti a pergunta, e pedi a 15 convidados — escritores, críticos, professores e jornalistas — que apontassem quais eram os melhores finais de livros da literatura universal. Cada participante poderia indicar até cinco finais, sem se preocupar com a relevância canônica da obra, levando em consideração apenas o gosto pessoal e o prazer proporcionado por ela. 16 livros foram citados, 11 obtiveram mais de uma citação, são eles “Crime e Castigo” e “Notas do Subsolo”, de Fiódor Dostoiévski; “On The Road”, de Jack Kerouac; “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez; “1984”, de George Orwell; “A Espera dos Bárbaros”, de J. M. Coetzee; “Nada de Novo no Front”, de Erich Maria Remarque; “Lolita”, de Vladimir Nabokov; “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, e “O Estrangeiro”, Albert Camus. Dois autores: Fiódor Dostoiévski e Gabriel García Márquez, que aparecem na lista atual, já apareceram na lista de melhores começos, publicada anteriormente. Abaixo, em ordem aleatória, a lista com os dez livros que obtiveram o maior número de citações.
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Dando sequência à série de melhores começos de livros, perguntei a 20 convidados — escritores, professores e jornalistas — quais eram os melhores inícios de livros de autores brasileiros. Cada participante poderia indicar até cinco começos, excetuando aqueles que apareceram na primeira lista: “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa; “O Ventre”, de Carlos Heitor Cony; e “O Amanuense Belmiro” de Cyro dos Anjos. 21 livros foram citados, 14 obtiveram mais de uma citação, são eles “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis; “Quase Memória”, de Carlos Heitor Cony; “A Maçã no Escuro”, de Clarice Lispector; “Memórias de um Sargento de Milícias”, de Manuel Antônio de Almeida; “Lavoura Arcaica”, Raduan Nassar; “Deus de Caim”, Ricardo Guilherme Dicke; “Macunaíma”, de Mário de Andrade; “A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água”, de Jorge Amado; “Com Meus Olhos de Cão”, de Hilda Hilst; “O Tempo e o Vento”, de Erico Verissimo; “O Jardim do Diabo”, de Luis Fernando Verissimo; “A Lua Vem da Ásia”, de Campos de Carvalho; e “Dom Casmurro” e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis.
1 — colocar esta lista em ordem;
Uma seleção com os 100 melhores links publicados na coluna Web Stuff, do suplemento Opção Cultural, do Jornal Opção. A lista faz uma espécie de inventário do que teve de melhor na internet nos últimos três anos. Os links que compõem a lista contemplam os mais díspares perfis e abrange os mais diferentes segmentos e tendências: música, livros, cinema, fotografia, ciência, tecnologia, jornalismo, mídias sociais, artes e humanidades. Entre os 100 links para se clicar antes de morrer, destacam-se: Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download; O maior acervo de arte da internet; 750 mil livros para download; 1001 álbuns para ouvir antes de morrer; O maior acervo de vídeos de jazz da internet; A obra completa de Machado de Assis para download; 10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar; 20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson; As 20 obras de arte mais caras da história; As 100 maiores canções de jazz de todos os tempos (com vídeo e áudio incorporados).
Pedimos a 40 convidados, pelo Twitter, que indicassem quais eram os minutos mais marcantes da história do cinema para eles. Como o YouTube não mais permite a incorporação dos vídeos, os links das cenas foram disponibilizados juntamente com o nome do filme e dos participantes.
1 — estou aguardando o parecer jurídico
A lista saiu no “The Guardian”, um dos principais jornais diários da Inglaterra. Como qualquer outra, a lista a seguir é idiossincrática, o que não é o mesmo que desqualificada. Pelo contrário, trata-se um levantamento criterioso e respeitável. As obras são sérias. É possível discordar de algumas escolhas, mas, no geral, não há o que discutir. A “Arte Moderna”, de Giulio Carlo Argan, merece ser citado entre os bons livros da área. Foi esquecido. Mas a “História da Arte”, de E. H. Gombrich, permanece como um livro de referência equilibrado. “Stálin — A Corte do Czar Vermelho”, do historiador inglês Simon Sebag Montefiore, merece figurar em qualquer lista decente sobre história ou biografia. Assim como “Mao — A História Desconhecida”, de Jung Chang e Jon Holliday. É um dos mais documentos sobre o genocida Mao Tsé-tung. O leitor brasileiro vai dizer: “Como é possível excluir ‘Os Sertões’, de Euclides da Cunha, e ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre? Há outras omissões, o que é normal em qualquer lista. Listas mais excluem do que incluem. Se não fosse assim, não seria lista (um recorte). O Jornal Opção e a Revista Bula comentam os livros — também de modo idiossincrático.
Pra explicar a importância que a MPB teve na minha infância, basta dizer que eu me chamo Carolina, e que é sim por causa da música do Chico. Por isso, embora seja relativamente jovem, me incomoda ouvir gente usando Jorge Aragão como exemplo de "samba de raiz". Oi?
01 — Se for preciso, minta.