revista bula
POR EM 11/07/2012 ÀS 09:18 PM

Stephen King sem terror

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A leitura estética e literária de Stephen King é louvável e já recebeu muitíssimas adaptações frente às câmeras de Hollywood. Mas, por uma brincadeira do destino, o mago das peças e histórias de horror recebeu suas melhores versões no cinema nas narrativas que não fazem alusão direta a assassinos, cemitérios fantasmas, bebês demoníacos ou seres metafísicos.

É verdade que há clássicos do terror moderno que saíram da caneta de King como, por exemplo, “O Iluminado”, eternizado pelo perfeccionismo latente de Stanley Kubrick; a também boa história em “Carrie, a Estranha”, um dos maiores sucessos de De Palma e que rendeu a indicação ao Oscar para a atriz Sissy Spacek — a protagonista que da vida à Carrie, a menina menosprezada do colégio com exóticos poderes paranormais; e, ainda, “Louca Obsessão”, uma bem elaborada trama de King sobre um ator famoso que, depois de sofrer um acidente de carro, é cuidado por uma fã maléfica e psicótica. Entretanto, mesmo os filmes sendo bons, as melhores adaptações das obras de Stephen King estão no gênero drama, como “Conta Comigo” e, principalmente,  “Um Sonho de Liberdade”. Lançado em 1994, — que tem o nome original de The Shawshank Redemption — é uma versão do conto escrito por Stephen King, em 1982, chamado Rita Hayworth and the Shawshank Redemption.


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POR EM 28/06/2012 ÀS 07:27 PM

O mais bonito dos clássicos

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“Casablanca” é indicado pela respeitada reunião de críticos de cinema do “American Film Institute” como o terceiro melhor filme norte-americano de todos os tempos. Não é por acaso. É uma obra fantástica do primeiro ao último dos 102 minutos. Um daqueles colossos que é preciso assistir com o bloco de notas à mão para pinçar as frases de efeito e citações retumbantes do roteiro feito por Julius J. Epstein, Philip G. Epstein e Howard Koch.

Com a medalha de bronze dos críticos “no peito”– superado na lista da AFI apenas por “Cidadão Kane” e “Poderoso Chefão” — “Casablanca” é também o mais querido do público na fictícia categoria “ganhadores do Oscar de melhor filme”. Talvez por conter o mais estarrecedor triângulo amoroso do Ocidente, é um filme feito há 70 anos que continua atual como um folhetim trovadoresco. 

Os vértices do triângulo isósceles são o americano Rick (Humphrey Bogart), o tcheco Victor Laszlo (Paul Henreid) e a judia sueca — com caráter duvidoso — Isla Lund, interpretada no talento e na beleza inegável de Ingrid Bergman. A versão original é do pré-guerra, mas se transformou num certeiro rascunho com o desenrolar do conflito que mudou conceitos e fronteiras no século XX. 


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POR EM 22/09/2011 ÀS 01:28 PM

Quando ouço alguém falar em Eisenstein, saco logo o meu Looney Tunes do coldre

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Era uma vez um não-cinéfilo: ensaio ensina como não agir em um jantar inteligente à lá Pondé (se seu objetivo for sair com a Bela da Tarde que gosta de filmes iranianos)

Não sou exatamente um homem de cinema. Para mim, os melhores anos de nossas vidas não são aqueles passados numa sala escura com projetor. Gosto mais de certas cenas, que sempre revejo, do que propriamente de filmes. Aquela dos beijos excluídos dos filmes em “Cinema Paradiso” (ao que me consta, atualmente cotada como kitsch). O tango em “Perfume de Mulher”. O duelo entre Lee Marvin e James Stewart em “O Homem que Matou o Facínora”. Do mesmo filme, a cena em que John Wayne conta ao iludido Jimmy Stewart que foi ele quem matou Liberty Valence: “Assassinato a sangue-frio. Posso viver com isso”. A famosa porta dando para o deserto em “Rastros de Ódio”. A abertura de “Patton”. O reencontro do casal em “Paris, Texas”. A cena final de “Reflexos da Inocência”, que mescla passado e presente ao som de “If There Is Something”, clássico do rock da banda Roxy Music. Aquela vingança de Tom Hanks contra Paul Newman em “Estrada Para a Perdição”. Também a despedida do herói em “Os Brutos Também Amam”, quando a mulher que Shane ama (em silêncio, como deve ser a paixão dos fortes) lhe pergunta “Nunca mais vou vê-lo?”, ouvindo como resposta um adequado “Nunca é tempo demais”. Cenas de atores e atrizes que aprecio, como Robert Duvall, Al Pacino, Vanessa Redgrave, Audrey Hepburn, Tommy Lee Jones, Peter Sellers, Jack Nicholson. Alguma coisa de Almodóvar, outras de Juan José Campanella. Muitas cenas de westerns e de filmes de guerra, mas dos clássicos, aqueles sem preocupações sociais — mas onde estais, westerns de outrora? (Há pouco descobri, feliz, que o grande escritor espanhol Javier Marías é também adepto do faroeste, o que ele conta no seu blog.  Nestes estranhos tempos modernos, até Marías tem um blog.) Vocês pegaram o espírito da coisa: algumas tomadas especiais, poucos filmes inteiros. E a ver certos filmes idolatrados, como os da Nouvelle Vague ou do Cinema Novo, prefiro assistir a um documentário. Na verdade, admito que assisto aos mais estranhos documentários: na semana passada, venci feliz as nove horas de “Shoah”. Portanto, sou, de um modo geral e por assim dizer, mais Moniz Vianna do que José Lino Grünewald. Quanto à eterna discussão sobre o caráter artístico do cinema, fico com Mário Sérgio Conti, que o classifica como esporte ao lado da sinuca, do futebol e da natação.


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POR EM 19/09/2011 ÀS 12:14 PM

Chamem-me de gênio, por favor!

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Um diretor que luta desesperadamente para ser reconhecido como gênio, optando pelo escorregadio caminho do hermetismo

Terrence Malick

Terrence Malick, diretor do recém-lançado “A Árvore da Vida”, não frequenta festas. Essa atitude pode dizer muito sobre uma pessoa e, talvez, muito mais sobre um artista. Pauline Kael, decana da crítica cinematográfica norte-americana, desconfiava daqueles que chamam cinema de arte porque sua vasta experiência na indústria lhe mostrou que “escritores ficam em casa e trabalham; diretores de cinema vão em festas”. Portanto, se Malick não frequenta festas, nem colunas sociais, nem se deixa fotografar, nada mais natural que concluir que essa atitude reservada, quase monástica no ato de retirar-se do mundo, seria um indicativo de que ele é um raro cineasta sério, e, por conseguinte, um artista na acepção da palavra. Literalmente, um gênio.

Não se trata de nada novo. O escritor J. D. Salinger, autor do lendário romance “O Apanhador no Campo de Centeio”, é o mestre maior da fuga. Marlon Brando passou décadas recluso, superalimentando o corpo e a lenda. Howard Hughes glamorizou sua insanidade ao isolar-se em uma cobertura de Las Vegas. A esfinge nórdica Greta Garbo pediu para ser esquecida. No Brasil, o ex-presidente João Figueiredo imitou Garbo. O vampiro curitibano Dalton Trevisan e o mestre do crime Ruben Fonseca também especializaram-se em cultivar o anonimato. De todos os auto exilados no palácio da fama, o modelo de Malick parece ser Stanley Kubrick. Poucas aparições, poucos filmes, muito mistério.

O crítico de cinema ganhador do Pulitzer, Roger Ebert escreveu que “como ‘Cinzas do Paraíso’ deixou tão boa impressão, o fato do desaparecimento do diretor se tornou um mito de proporções ‘salingerianas’”. Porém, para muitos, diferente de Salinger, Brando & companhia, a reclusão de Malick é planejada demais, encenada demais, alardeada demais. Sua fuga dos holofotes seria uma muito bem pensada estratégia de marketing pessoal para transformar um diretor de inegável talento em gênio. 


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POR EM 29/08/2011 ÀS 11:19 AM

Planeta dos Macacos, A Origem

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Corre sério risco aquele que ousa mexer em tradições cinematográficas, refilmando-as, por exemplo; corre igual risco, mesmo que munido das melhores intenções, aquele que decide explicar, num filme caro e claramente trabalhoso e permeado de efeitos visuais, a gênese de uma “série” como “Planeta dos Macacos”.

A duvidosa eficácia das “prequel” (horroroso neologismo hollywoodiano para filmes que explicam as origens de outros filmes) não parece ter assustado os produtores e roteiristas Rick Jaffa e Amanda Silver (nem a Fox, dona do projeto). “Planeta dos Macacos: A Origem” joga com referências aos outros cinco longas (sobretudo o primeiro de 1968, com Charlton Heston), um roteiro simples, embora falho e claramente remendado na montagem, e direção esforçada para realizar uma competente ficção científica.

Como explicar que símios falantes dominaram o mundo e escravizaram os humanos sobreviventes? Jaffa e Silver oferecem cardápio variado: amor, ganância, obstinação, curiosidade e, pasmem, instinto de sobrevivência. O cientista (mal) interpretado por James Franco, trabalha para um gigante da indústria farmacêutica e testa em chimpanzés substância que imagina ser a cura para o Mal de Alzheimer. Sua descoberta pode ajudar muita gente, a começar pelo próprio pai, um professor de música senil (John Lithgow), além de potencialmente encher os cofres da indústria. Mal sabe ele que esta mesma descoberta arruinará a espécie humana e a povoará a terra de símios falantes e durões.


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POR EM 22/04/2011 ÀS 04:50 PM

O Poderoso Chefão 4

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Marlon Brando em O Poderoso Chefão Nunca houve uma mulher como Gilda (do filme “Gilda”, com Rita Hayworth). Assim como nunca houve um filme com uma legião de admiradores tão intensa quanto “O Poderoso Chefão”, a trilogia de Francis Ford Coppola que melhorou, à larga, o romance do americano Mario Puzo. A história, como a Máfia, parece inesgotável. Tanto que a revista “Gentlemen’s Quarterly” (“GQ”) dedica oito páginas, escritas por Andy Morris, à possibilidade de Coppola, ou outro diretor, continuar a saga, com “O Poderoso Chefão 4”. Críticos severos avaliam que as partes 1 e 2 são o que de melhor o cinema americano produziu em toda a sua história e, em geral, torcem o nariz e os olhos para a parte 3. O diretor teria errado a mão, na história e na escolha de pelo menos uma atriz, Sofia Coppola. Os cinéfilos, ou “poderófilos” (ou “poderéfilos”), não dão a mínima importância aos anatomistas das telas e amam os três “filhos” como “perfeitos” e interdependentes. Mas é possível fazer o quarto “Chefão”? Claro que é — se os produtores e financistas perceberem que poderá render muito dinheiro. Poderófilos, como o poeta Carlos Willian Leite, são contrários. Por quê? Porque avaliam, ao modo de Anton Tchekhov e Henry James, que as histórias não precisam ter fechos totalizantes. As continuidades poderão tão-somente reforçar ou ampliar possíveis pequenas falhas do filme, mas não servirão para iluminar, ainda mais, a grande história da família Corleone, que, originária da Sicília, “tomou” conta dos Estados Unidos, física ou imaginariamente. Andy Morris recolhe de Coppola: “Nunca pensei em ‘O Poderoso Chefão’ como uma série. O livro era bem completo. Só houve pressão para continuar fazendo porque rendeu muito dinheiro. Essa é a fórmula do negócio dos filmes de hoje em dia, em que as continuações rendem mais que o original. Eu não queria mais nenhum ‘O Poderoso Chefão’ depois do primeiro. E, certamente, eu não queria filmar nem o terceiro nem o quarto”. O leitor pode pensar: Coppola foi claríssimo — não veremos nenhum “O Poderoso Chefão 4”. Mas o mundo real, o das finanças, é outro. As palavras-chaves são: se render muito dinheiro, o filme sai, independentemente de quaisquer interpretações de críticos ou poderófilos.


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POR EM 09/04/2011 ÀS 01:46 PM

O erro de Stanley Kubrick

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"De Olhos Bem Fechados" poderia ser considerado um bom filme, se não tivesse sido dirigido por um mestre. Sendo o filme-testamento de Stanley Kubrick, é decepcionante

Stanley Kubrick “De Olhos Bem Fechados” possui algumas cenas fantásticas, a música é excepcional, a direção de arte, deliberadamente grandiloquente e cafona, é interessante. Tom Cruise está irrepreensível, no que talvez seja sua melhor atuação. Diversos coadjuvantes brilham. Por tudo isso, “De Olhos Bem Fechados” poderia ser considerado apenas um bom ou ótimo filme, se não tivesse sido dirigido por um mestre. Sendo o filme-testamento de Stanley Kubrick, é decepcionante.

Kubrick planejava adaptar “Breve Romance de Sonho”, de Arthur Schnitzler, desde 1968, ano em que usou o nome do jornalista Jay Cocks para comprar os direitos sobre a obra. Não retomou o projeto até 1994, quando convidou o escritor Frederic Raphael para co-roteirizar o trabalho com ele. A saga do difícil relacionamento criativo da dupla foi registrada no livro “De Olhos Bem Abertos”, lançado no Brasil pela Geração Editorial, escrito por Raphael. Ao longo dos anos foram escritas dezenas de versões do texto, até o início da produção, em março de 1996. As filmagens se estenderam até junho de 1998. Segundo a versão oficial, o filme estava finalizado quando Kubrick faleceu, vítima de um ataque cardíaco enquanto dormia, em 7 de março de 1999. A produtora Warner, e Tom Cruise, garantem que não mexeram em nada. Não acredito em nenhuma das afirmações.


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POR EM 14/02/2011 ÀS 02:09 PM

Nem lixo, nem extraordinário

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Certa vez, do alto de sua sabedoria de Buda etílico, o grande Tim Maia afirmou que o Brasil é o único país do mundo onde cafetão sente ciúme, prostituta sente prazer e pobre é de direita. Piada tão sociologicamente correta quanto politicamente incorreta. Paradoxalmente, quase a totalidade de nossa elite intelectual e parte considerável da elite financeira simpatizam com a esquerda. Essa proximidade ideológica concretizou-se enquanto projeto em 2002, com a eleição de Lula, o que pode ser percebido nas reuniões de bastidores de campanha registradas no ótimo documentário “Entreatos” (2004), de João Moreira Salles. 
 
Ação e reação. Uma vez eleito, Lula passou de aposta partidária para mito vivo e líder carismático weberiano. A mesma massa que não votava em Lula por ele ter sido pobre passou a idolatrá-lo por ele ter sido pobre e se tornado presidente. Daí para o culto a personalidade foi um passo. O filme “Lula, o Filho do Brasil” (2010), de Fábio Barreto, deveria ser o principal subproduto desse culto. Porém, sem ritmo, mal escrito, mal dirigido e interpretado com insegurança, o melodrama fracassou nas bilheterias. Mesmo assim, apostando no prestígio internacional do operário-presidente, uma comissão do Ministério da Cultura resolveu indicá-lo como candidato nacional a uma vaga entre os finalistas ao Oscar de Filme Estrangeiro. Não deu certo. Se a inexplicável parceria de Lula com o insano presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad lhe tirou o Nobel da Paz, a qualidade duvidosa do filme de Barreto lhe tirou o Oscar. E quase tirou o Brasil do Oscar. 

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POR EM 01/02/2011 ÀS 02:01 PM

Além da Vida, de Clint Eastwood

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Além da Vida, de Clint Eastwood Quando se sabe que o mais recente filme de Clint Eastwood tem o título “Além da Vida”, pensa-se logo que o veterano cineasta, atualmente com 80 anos, já se preocupa com a morte, pressentindo sua proximidade. No entanto, assistindo-se ao filme, descobre-se que o seu verdadeiro interesse se restringe aos vivos. A morte é só um MacGuffin (termo criado por Alfred Hitchcock para designar o elemento que mobiliza as personagens e dá origem aos episódios em que se desdobra a trama).
 
O roteiro do filme articula as histórias de três personagens que vivem em países diferentes, bem ao gosto do cinema atual: uma jornalista francesa, um vidente americano e um garoto inglês. Todos têm alguma relação com a morte, mas enfrentam suas dificuldades individuais até o momento climático do filme, quando seus destinos se cruzam.
 
A jornalista, interpretada por Cécile De France, escapa da morte em um tsunami na Tailândia e fica obcecada com o outro mundo. Desde então sua vida, profissional e pessoalmente, começa a se complicar. É afastada do trabalho na televisão, perde o namorado e, em vez do livro que lhe encomendaram sobre o ex-presidente François Mitterrand, resolve escrever sobre experiências do além-túmulo. O vidente, encarnado por Matt Damon, acredita que o dom que tem de captar mensagens de pessoas mortas não passa de uma maldição. Por isso, recusa-se a continuar seu trabalho como vidente e arranja emprego numa indústria açucareira. Em busca de novos vínculos com a vida, ele resolve tomar aulas noturnas de culinária italiana. Mas não demora e as coisas se complicam para o seu lado. Primeiro, a moça que se tornou sua parceira no curso de culinária desaparece assim que ele, em comunicação mediúnica, revela fatos do passado dela que ela preferia manter no esquecimento; depois, em consequência da crise econômica, ele é demitido do emprego.


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POR EM 13/12/2010 ÀS 08:54 AM

Facebook é a história de um vencedor e de perdedores

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Mark ZuckerbergOs vencedores sofrem com o ressentimento dos perdedores, que, como são maioria, acabam por se tornar um imenso proletariado. Aqueles que perdem têm de pôr defeitos absurdos e suspeitos naqueles que vencem. Os vencedores se tornaram vencedores porque “roubaram” alguma ideia. Nós, que não somos gênios, no sentido de gênios criativos que se tornam poderosos em termos financeiros (como Bill Gates e Steve Jobs) ou mesmo estéticos (caso de James Joyce), sempre achamos que os que pegaram uma ideia que parecia simples, e estava dando sopa no mercado, e a transformaram numa ideia lucrativa, ou, no caso literário, esteticamente avançada, só podem ter plagiado. É o caso de Mark Zuckerberg, de 26 anos, criador do Facebook, a rede social que mais cresce em todo o mundo — no Brasil ainda perde para o Orkut, mas não por muito tempo.
 
Em Harvard, Zuckerberg era um estudante inquieto, menos dedicado às aulas do que à criação de alguma coisa, qualquer coisa que pudesse revolucionar a comunicação na internet. Desenvolveu algumas ideias, como programador excelente que é, e mexeu com os ânimos numa das melhores universidades do mundo. Um dia, convocado pelos irmãos gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss, mais Divya Narendra, Zuckerberg começa a desenvolver uma rede social. Ao perceber que não precisava dos três, desenvolve o Facebook sozinho, com o apoio financeiro do amigo brasileiro Eduardo Saverin, hoje com 28 anos.


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